• Entre em contato:
  • 55 11 98730-4231
  • 55 11 98199-1977
  • comercial@objetivacomunicamidia.com.br
  • Home
  • Animais & Veterinários
  • Carreira & Educação
  • Culinária & Gastronomia
  • Cultura & Entretenimento
  • Cupons & Promoções
  • Economia & Negócios
  • Hotel & Turismo
  • Imóveis & Decoração
  • Olá! Informa
  • Produtos & Serviços
  • Saúde & Beleza
  • Tecnologia & Games
  • Contato

Sabedoria ancestral

  • Home
  • turismoinforma
  • Sabedoria ancestral
Réveillon a bordo
15 de dezembro de 2025
Festividades de fim de ano
15 de dezembro de 2025

Sabedoria ancestral

Ponto de Cultura - Observatório Indígena - Fotos Estela Vadja

Depois de ser adiado devido ao mau tempo, foi confirmado o evento que inaugura o Ponto de Cultura Indígena e Ambiental no Quebra-mar de Santos, para o dia 17 de dezembro. O objetivo é unir a cultura indígena e a preservação ambiental, com programação aberta ao público. O Ponto de Cultura é caracterizado pelo Observatório Indígena “Caminho do Céu”, uma instalação ancestral que pode ser vista no Quebra-mar e mostra a relação sagrada entre céu e terra dos povos originários brasileiros. O evento é uma realização do Instituto EcoFaxina em parceria com a Prefeitura de Santos e marcará a data que pretende ser um encontro anual de cultura indígena e ambiental.

Cultura e meio ambiente

Durante o dia, uma programação intensa gratuita irá acontecer, iniciando de manhã, às 9h, com uma ação voluntária de limpeza de áreas naturais promovida pelo Instituto EcoFaxina, aberta ao público geral. O objetivo é mostrar o impacto ambiental do lixo urbano nas praias. Em seguida, às 12h30, acontece a roda de conversa “Teko Porã- Permanências indígenas e preservação da vida”, que trará a temática ambiental, a cosmovisão indígena e o diálogo entre indígenas que moram em aldeias e na cidade.

A roda de conversa será mediada por Jandé Potyguara, multi-artista indígena e idealizador do observatório indígena ao lado de Juá Jacarandá, indígena educadora popular e cientista social.

“A conversa envolverá importantes lideranças indígenas como Awa Tenondegua, cacique da aldeia Tapirema e coordenador da Arpin Sudeste que estava presente na Cop 30, Catharina Apolinário, jornalista que falará sobre sua pesquisa Memórias, Histórias e Apagamentos Indígenas em Santos, Guaciane professora e liderança da aldeia Tapirema. Nas apresentações culturais, destaque para o multi-artista Wescritor, poeta e rapper. Além disso teremos apresentação de coral, dança ancestral com Jandé e grafismo indígena. Uma verdadeira imersão para se aprofundar na cosmovisão indígena, explica Estela Vajda, produtora cultural.

Para  William Schepis, biólogo marinho e presidente do Instituto EcoFaxina, unir o conhecimento ancestral com a valorização do meio ambiente é ponto principal para que os visitantes do observatório entendam como estamos integrados e que fazemos parte do que nos cerca.

“A Integração da ação voluntária EcoFaxina à programação reforça a urgência de restaurarmos nossa relação com a natureza, unindo o cuidado com o território ao respeito pelos ciclos da vida. Já no plano cultural e social, o evento amplia o diálogo entre povos indígenas, sociedade civil e poder público, fortalecendo laços de cooperação, inclusão e reconhecimento da diversidade que compõem nossa identidade litorânea. Sem dúvida, uma contribuição duradoura para a educação ambiental, a valorização da cultura indígena e o fortalecimento da cidadania em Santos e no litoral paulista”, finaliza.

O que é um Observatório Indígena?

Idealizado pelo multiartista indígena Jandé Potyguara, o observatório “Caminhos do Céu” propõe uma imersão única no universo astronômico indígena, unindo cosmovisão, tradição, sabedoria, arte e educação ambiental.

“Antigamente, os povos indígenas observavam o movimento das estrelas como um GPS, para se orientar nas trilhas, definir épocas de plantio, colheita e caça, os ciclos da natureza. O observatório funciona como um marcador do espaço-tempo, revelando como os povos indígenas compreendem a leitura do céu e das estrelas, interpretando as constelações. O observatório atual é uma reconstrução contemporânea desse conhecimento ancestral, feita com pedras dispostas de forma a indicar direções e momentos do tempo e do céu. É um espaço vivo de espiritualidade, de conexão entre o céu, a terra e as pessoas”, explica Jandé, Indígena Potiguara nascido numa antiga aldeia chamada Mucuripeaçu, no Ceará.

EcoFaxina

Programação: 

  • 09h00 – Ação Voluntária EcoFaxina: Mutirão de limpeza no entorno do quebra-mar com a participação de indígenas e do público presente.
    https://forms.gle/dsLuaN1pWpDoc2yX8

  • 12h30 – Roda de Conversa “Teko Porã”: Permanências indígenas e preservação da vida. Awa Tenondegua (Cacique da aldeia Tapirema e coordenador da Arpin Sudeste), Catharina Apolinário (jornalista e pesquisadora), Guaciane Gomes (professora e liderança da aldeia Tapirema), JùpïRã (artista, geógrafo e pesquisador transceccional de linguagens), Karol Kaysá (atriz, produtora cultural e arte educadora), Mimby Tupi (artista de grafismo indígena), Ronildo Guarany Amandios (Cacique Aldeia Paranapuã) e Wescritor (multiartista e jovem liderança).

  • 14h30 – Manifestações Culturais Indígenas: Coral Mensageiros de Tekoá Paranapuã, grafismo indígena de Mimby Tupi, dança ancestral contemporânea de Jandé Potyguara, música  de Wescritor.

  • 16h30 – Distribuição de mudas com orientações de plantio.

  • 17h00 – Cerimônia de encerramento.

Coral Mensageiros de Tekoa Paranapua

Evento gratuito e aberto ao público. As pessoas que quiserem acompanhar devem levar cadeiras, cangas, e proteção para o sol. Em caso de mau tempo o evento será adiado.

Informações e inscrições para o mutirão de limpeza:
https://forms.gle/dsLuaN1pWpDoc2yX8
www.instagram.com/ecofaxina/

Sobre “Jandé Kodo Potyguara”: Nascido em Fortaleza e residente há 15 anos de Santos (SP), Jandê – Kodo é indígena descendente do povo Potyguara, do Ceará. É bailarino, performer, dramaturgista, professor de dança, coreógrafo, fotógrafo, videomaker, editor e cenógrafo de práticas ancestrais. É diretor da Cia Etra junto com Ariadne Fernandes, fundada em 2001 e, em 2006, lançou o Canal OitO, realizando produções audiovisuais com foco na documentação e fomento da videodança no Brasil, com programas e experimentos em videodança.

Sobre o Instituto EcoFaxina: O Instituto EcoFaxina é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada em 2008 na cidade de Santos para combater a poluição marinha e a degradação de ecossistemas aquáticos por meio da elaboração de projetos, desenvolvimento de pesquisas e promoção de políticas públicas, tendo como estratégia a contenção do resíduo sólido flutuante e a recuperação de áreas de preservação permanente, em parceria com o poder público, comunidades de palafitas e setor privado. O Instituto EcoFaxina inspira pessoas a falarem e agirem pelo Oceano e desde sua fundação, o Instituto realizou 203 ações, com o envolvimento de mais de 6.500 voluntários que retiraram 94.733 kg de resíduos sólidos de ecossistemas aquáticos dulcícolas e marinhos.

Fomento público: O projeto Ponto de Cultura Observatório Indígena Caminho do Céu é uma iniciativa de Jandé Potyguara em parceria com o Instituto EcoFaxina e Estela Vajda, produtora cultural, e foi viabilizado por meio de recursos financeiros provenientes de emendas parlamentares das vereadoras Débora Camilo e Audrey Kleys.

  • Facebook
  • Twitter
  • Pinterest
  • LinkedIn

Fique por dentro das novidades: siga o Guia Olá!SP






RECEBA NOSSAS
NOVIDADES


    Entre em Contato

    Empresa registrada com CNPJ e Inscrição Municipal.

    Atendimento

    segunda a sexta-feira: 10h às 20h
    sábado: 10h às 14h

    Localização

    São Paulo/SP

    Contatos

    55 11 98730-4231

    55 11 98199-1977

    comercial@objetivacomunicamidia.com.br

    © 2019 Guia Olá!SP. Todos os direitos reservados. Desenvolvido por Publique-se Digital