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11 de outubro de 2025
Saúde das crianças
11 de outubro de 2025

Era digital

Freepik

A infância se digitalizou antes mesmo de ser compreendida por pais e educadores, e os riscos cibernéticos enfrentados por crianças e adolescentes se multiplicam em ritmo acelerado. “Para essa geração, o chamado ‘mundo on-line’ é o seu mundo real”, afirma Fernando Brafmann, especialista em cibersegurança e consultor dos colégios da Rede Positivo.

Segundo ele, entre os principais perigos estão o cyberbullying, o grooming (abordagem de menores por adultos mal-intencionados), a exposição a conteúdos inapropriados, vazamento de dados pessoais, dependência digital e golpes virtuais. A banalização da violência, o contato com discursos de ódio e ideologias extremistas também preocupam. O problema, para Brafmann, não é a tecnologia em si, mas sua apropriação precoce e desassistida. “Estamos abrindo uma porta para um mundo que os próprios pais desconhecem”, alerta.

Para lidar com esses desafios sem invadir a privacidade dos filhos, o especialista defende um tripé: diálogo constante, educação digital desde cedo e uso transparente de ferramentas tecnológicas. “A proteção deve ser construída em conjunto, como um pacto de cuidado e não de vigilância”, explica. Ferramentas como Google Family Link, Qustodio e Microsoft Family Safety podem ser aliadas, desde que usadas com o conhecimento da criança. Mas o mais importante, diz Brafmann, é o exemplo. “Pais que dormem com o celular na mão não podem cobrar moderação dos filhos”.

Brafmann recomenda que pais acompanhem e conversem sobre os interesses digitais dos filhos, participando ativamente desse universo. “Não se trata de controlar, mas de construir uma relação de confiança”. Estabelecer combinados claros, como tempo de uso e tipos de conteúdo, é fundamental. “Não existe uma receita universal, pois cada criança tem seu tempo e maturidade”, pondera.

E quando o risco se concretiza?

Ao identificar crimes cibernéticos, o especialista orienta: acolher a criança, reunir provas (como prints), bloquear agressores, denunciar às autoridades competentes e, se necessário, procurar apoio psicológico. Plataformas como a Safernet são recursos valiosos. Ele destaca ainda a importância de se enxergar o adolescente como alguém em constante construção. “A empatia intergeracional é essencial. Não basta ensinar — é preciso ouvir e entender”.

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