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17 de novembro de 2025
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17 de novembro de 2025

Mural da Memória

Foto de Renato Mangolin

Mural da Memória, novo trabalho do LABTD – Laboratório de Técnica Dramática, tem dramaturgia de Ave Terrena e direção de Diego Moschkovich, e mergulha nos efeitos da ditadura militar na sociedade brasileira e seu impacto ainda hoje. O espetáculo faz a estreia da temporada popular no Teatro Manás (R. Treze de Maio, 222 – Bela Vista, São Paulo), entre 20 e 30 de novembro, de quinta a sábado, às 20h30, e domingo às 16h e às 19h. Os ingressos custam de 15 a 30 reais, disponíveis pela Sympla e na bilheteria do teatro.

Com mais de dez anos de pesquisa, a peça retrata a Lei da Anistia, que é revogada e os desaparecimentos ocorridos durante a ditadura começam a ser julgados. Acusado de sumir com o corpo de três vítimas, um General 4 Estrelas é o primeiro a responder diante do tribunal. A peça dialoga com os espetáculos anteriores do grupo: E Lá Fora o Silêncio, O Corpo que O Rio Levou e As 3 Uiaras de SP City.

Em cena, enquanto o militar responde às perguntas de uma juíza, da Promotoria e da Defesa, ele tenta se contrapor aos depoimentos das sobreviventes, que comparecem como testemunhas. “Estamos propondo uma dramaturgia muralista, no sentido de uma pluralidade de registros e pontos de vista. Por isso, foi muito importante retratar personagens com identidades e origens sociais distintas que foram brutalmente impactados pela ditadura”, comenta Ave.

A peça é ficcional, construída a partir de relatos e pesquisa: o LABTD, ao longo desses anos, entrevistou ativistas, guerrilheiras e sobreviventes; leu os arquivos da Comissão da Verdade; pesquisou sobre os times de várzea e sobre a Copa de 70 no Museu do Futebol, visitou o Acervo Bajubá para pesquisar sobre as operações de perseguição às travestis e sobre a noite LGBT paulistana durante décadas de 1970 e 1980 e ainda pesquisou sobre as rádios independentes.

Desse material, nasceram três figuras emblemáticas, desaparecidos políticos: um locutor de rádio comunitária, uma travesti, prostituta e aspirante a atriz, e uma guerrilheira. Queremos mostrar que a violência faz parte do cotidiano em um regime opressor, e qualquer um pode ser uma vítima. Por isso é tão importante fazermos justiça”, acrescenta a dramaturga.

A peça simboliza a busca por um encerramento digno para quem foi fortemente impactado pela ditadura. “Os personagens cujos corpos não foram encontrados são retratados como pessoas vivas. Quer dizer, eles continuam existindo enquanto os viventes não descobrirem onde eles estão”, comenta o ator Diego Chilio.

“A partir da dramaturgia, a encenação também busca o procedimento muralista, o que cria uma série de desafios. Um mural é uma obra estática, que permite um tempo de olhar e apreciar suas diferentes partes e criar correlações lentas entre as imagens. No teatro, estamos limitados pelo tempo do espetáculo, e nesse sentido exploramos diferentes maneiras de criar a sensação da simultaneidade e de uma temporalidade superposta ao manter o elenco todo em cena, o tempo todo”, conta o diretor.

Mural da Memória remete a uma mesa redonda de programas de debate sobre futebol. Para complementar a experiência, o espetáculo explora vários recursos audiovisuais. Acontecem projeções de documentos da ditadura, de vídeos, de fotos, de cenas da Copa de 70, de documentos pessoais da equipe, registros de travestis fichadas na Lei de Vadiagem, e também as pioneiras na cultura e na política brasileiras: as divas Valeria, Rogeria, Aloma, Marcinha do Corinto, Neon Cunha e Thais Azevedo

A trilha sonora também contribui para a ambientação do público, com canções compostas exclusivamente para o trabalho. Os músicos estão em cena e cantam ao vivo, operando a sonoplastia junto a performances vocais, utilizando instrumentos convencionais e outros, inesperados, como ossos de animais.

Destaca-se também o trabalho de direção de movimento, assinado por Danna Lisboa, atriz do espetáculo e figura emblemática das danças urbanas no Brasil, com grande reconhecimento no movimento Hip Hop, no Waacking e na comunidade Ballroom. Em seu trabalho de composição corporal, destaca-se por trabalhar de forma cênica os elementos criativos dessas culturas, propondo uma síntese entre elas e a linguagem teatral.

Sinopse

Quando a Lei de Anistia é revogada, os desaparecimentos ocorridos na Ditadura começam a ser julgados e um General 4 Estrelas é o primeiro a responder diante do tribunal. Pelos depoimentos das testemunhas, conhecemos histórias de três pessoas completamente diferentes entre si: um locutor de rádio, uma militante da luta armada e uma prostituta travesti. Suas vidas se entrelaçam numa dramaturgia muralista que conclui a pesquisa de 11 anos do LABTD.

Ficha Técnica
Texto: Ave Terrena

Direção: Diego Moschkovich

Elenco: Andréa Sá,  Danna Lisboa, Diego Chillo, Diego Moschkovich, Jessica Marcelle, Maria Emília Faganello

Direção Musical, Composição e Música em Cena: Gabriel Barbosa e Felipe Pagliato

Cenografia e Desenho de Luz: Wagner Antônio

Figurinos: Diogo Costa

Assistente de Direção: Vladimir Bocharov

Criação em Vídeo: Vic Von Poser

Preparação Vocal: Palomaris

Direção de Movimento: Danna Lisboa

Operação de Vídeo: Ricardo Kenji

Direção de Produção: Igor Augustho

Produção Executiva: Lydia Arruda

Assistentes de Produção: Mariana Pinheiro, Rafaela Gimenez e Rebeca Forbeck

Financeiro: Ivanes Mattos

Estagiários de Produção: Hanon Arthur e Pedro Oliveira

Design Gráfico: Alan Amorim

Assessoria de Imprensa: Canal Aberto – Márcia Marques, Daniele Valério e Flávia Fontes

Estratégia Digital e Video Creator: Gabi Berbert

Fotografias (Divulgação): Fabrício Augusto

Maquiagem e Cabelos (Divulgação): Magô Tonhon e Alice Guél

Fotografias (Registro): Renato Mangolin

Transporte: Izildo Tadeu e TELopes Transporte

Produção: Pomeiro Gestão Cultural e Centelha Produções

Realização e Criação: LABTD  – Laboratório de Técnica Dramática

Serviço
Mural da Memória | Estreia Temporada Popular
Data: de 20 a 30 de novembro | Quinta a sábado, às 20h30, e domingo, às 16h e às 19h
Duração: 90min | Classificação: 14 anos
Teatro Manás Laboratório
R. Treze de Maio, 222 – Bela Vista, São Paulo
Ingressos: R$30 (inteira) e R$ 15 (meia), com lista trans (cota de ingressos gratuitos para pessoas trans) pela SYMPLA ou na bilheteria do teatro

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