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Dengue em alta

As ocorrências prováveis da doença caíram 75% em comparação com o mesmo período do ano passado / Crédito: NIAID

O Brasil enfrenta um cenário ambíguo no combate à dengue em 2025 — e isso é ainda mais preocupante porque a falsa sensação de segurança causa redução nas medidas de combate e prevenção. As ocorrências prováveis da doença caíram 75% em comparação com o mesmo período do ano passado — totalizando 1.196.005 casos entre janeiro e abril —, sendo mais da metade registrada em São Paulo, com mais de 680 mil comunicações formais. Em Minas Gerais, os registros ultrapassam 127 mil e no Paraná, 96 mil. As mortes seguem em patamar elevado, especialmente nesses três estados.

Segundo dados do Painel de Monitoramento das Arboviroses do Ministério da Saúde, atualizado até 5 de maio, o país contabilizou 805 vítimas fatais. São Paulo lidera, com 568 confirmações, seguido pelo Paraná, com 60, e Minas Gerais, que soma 57 mortes. Nos três estados, os índices superam as médias anteriores e acendem alerta sobre a gravidade da situação.

Ainda de acordo com a pasta, há hoje no Brasil 80 municípios prioritários no enfrentamento à doença. Desses, 55 estão em São Paulo, 14 no Paraná e 11 distribuídos entre Bahia, Goiás, Rio Grande do Norte, Acre e Pará, abrangendo todas as regiões do território nacional. Considerando o volume total de notificações, 73% estão concentradas em São Paulo, Paraná e Minas Gerais — estados que também respondem por 86% das mortes.

Sorotipos mais agressivos e novo cenário epidemiológico

A preocupação dos profissionais da saúde não se limita aos números absolutos. O que chama a atenção é o retorno do sorotipo 3 da dengue, que não circulava com força no Brasil há mais de 15 anos. Essa variante tem potencial para causar quadros clínicos mais severos, sobretudo em pessoas que já foram infectadas anteriormente, o que aumenta a probabilidade de complicações. No estado paulista, 72% dos registros em 2025 estão associados a esse tipo.

Até agora, o sorotipo 3 foi identificado em pelo menos 11 estados: Santa Catarina, Paraná, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Goiás, Mato Grosso, Pará, Roraima, Maranhão, Piauí e São Paulo — este último considerado o mais crítico devido à alta densidade populacional e à concentração de 73,4% dos diagnósticos.

Além disso, foram detectadas ocorrências do tipo 4 em território paulista — outro fator que contribui para o agravamento do cenário. A presença simultânea dessas variantes aumenta o risco de surtos mais intensos e tem impacto direto na taxa de letalidade.

Vacinação ainda enfrenta resistência

Desde o ano passado, o Ministério da Saúde vem aplicando o imunizante em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos, nas regiões com maior risco. No entanto, a adesão segue abaixo do esperado. Em municípios como Ribeirão Preto (SP), apenas 36,6% do público-alvo recebeu a primeira dose, e a taxa de retorno para a segunda, prevista três meses após a inicial, é ainda mais preocupante, com cobertura de apenas 16%.

No Paraná, a campanha foi estendida a 218 municípios, incluindo Curitiba, Londrina, Maringá e Cascavel. Apesar da disponibilidade, a ação esbarra na desinformação e na desconfiança de pais e responsáveis. O impacto dessa baixa cobertura já pode ser observado na elevação das internações e no aumento das complicações decorrentes da doença.

Especialista alerta para importância da vacina e prevenção

A médica pediatra do Departamento de Saúde Escolar dos colégios da Rede Positivo, Andrea Dambroski, reforça que a vacinação é uma das principais estratégias no controle da enfermidade, especialmente entre o público infantojuvenil. “A imunização é uma ferramenta crucial na prevenção da dengue. Além de reduzir o risco de transmissão, ajuda a evitar formas mais sérias da doença e contribui para a proteção coletiva”, destaca.

A médica também enfatiza a relevância das medidas cotidianas de proteção, que dependem exclusivamente das famílias — como evitar o acúmulo de água em áreas externas. O mosquito Aedes aegypti, transmissor da dengue, prolifera em locais com água parada. “É fundamental eliminar criadouros, usar repelentes, manter caixas d’água bem vedadas e não acumular lixo. Essas ações simples fazem grande diferença na contenção dos focos”, afirma Andrea.

Em caso de suspeita, a recomendação é atenção redobrada aos sintomas e busca imediata por atendimento. “Febre alta, dores no corpo, dor atrás dos olhos e manchas vermelhas na pele são sinais de alerta. Diante desses indícios, procure um posto de saúde para diagnóstico e tratamento adequados”, orienta. “A conscientização da população, o fortalecimento das campanhas públicas e a adesão ao imunizante são fundamentais para evitar uma nova escalada da epidemia”, completa.

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