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Esclerose Múltipla

Diversos institutos de pesquisa têm encontrado soluções inovadoras para várias doenças. O Instituto Butantan, por exemplo, recentemente identificou um novo alvo para o tratamento da esclerose múltipla (EM): o neurotransmissor acetilcolina. No entanto, os mecanismos causadores da esclerose múltipla ainda não são completamente compreendidos pela comunidade científica.

Segundo o neurologista especialista em esclerose múltipla, Dr. Matheus Wasem, a ação de medicações ou toxinas sobre a acetilcolina pode ajudar a melhorar alguns sintomas da EM e tratar a doença de forma preventiva, impedindo que o sistema imunológico ataque o cérebro e a medula espinhal dos pacientes, evitando lesões e sequelas. “Neste momento, essa é uma informação muito inicial e experimental, por isso novos estudos precisam ser realizados para determinar se essa será uma via terapêutica adequada.”

O início da esclerose múltipla, uma doença que pode afetar pessoas de diversas idades, pode ser bastante confuso. De acordo com o Dr. Wasem, o tempo de diagnóstico varia bastante, podendo ser desde algumas semanas até vários anos, dependendo dos sintomas apresentados pelo paciente e da adequação da investigação médica.

“Já tive pacientes que passaram anos consultando diversos médicos por sintomas inespecíficos sem serem encaminhados a um especialista, nem solicitarem uma ressonância magnética. Por outro lado, alguns pacientes, ao primeiro sintoma diferente, já procuram um neurologista e realizam a ressonância magnética, recebendo rapidamente o diagnóstico de esclerose múltipla”, afirma o Dr. Wasem.

Após o diagnóstico, o tratamento medicamentoso adequado pode variar para cada pessoa, pois cada organismo reage de forma diferente. Além dos medicamentos, outras abordagens terapêuticas são essenciais no manejo da esclerose múltipla. Recomenda-se que os pacientes adotem hábitos de vida saudáveis, como exercícios físicos regulares, alimentação balanceada, higiene do sono e cuidados com a saúde emocional, incluindo a busca por especialistas quando necessário. Essas práticas auxiliam na melhoria das sequelas e potencializam o tratamento medicamentoso, funcionando como uma forma de prevenção da EM. Contudo, o Dr. Matheus enfatiza que esses hábitos não são suficientes para controlar a EM sozinhos; os remédios continuam sendo essenciais.

Além do neurologista, outros especialistas podem beneficiar pessoas com esclerose múltipla. A fisioterapia, por exemplo, é crucial para pacientes que sofrem surtos da EM e apresentam sequelas neurológicas como fraqueza nos membros, desequilíbrio e rigidez. “Infelizmente, não há boas medicações para melhorar esse tipo de sintoma ou sequela, portanto, a reabilitação neurológica e a fisioterapia são as melhores ferramentas para esses pacientes”, complementa o Dr. Matheus Wasem.

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