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Indústria musical

Os royalties da indústria musical, relacionados aos direitos autorais de artistas, gravadoras e outros profissionais do setor, vêm ganhando força nos últimos anos. Além de aumentar a receita de quem trabalha com música, também se apresenta como uma oportunidade no universo dos investimentos alternativos.

Somente no Spotify, foram pagos US$10 bilhões em royalties ao longo de 2024. A plataforma de streaming é considerada a principal responsável pela expansão global do setor.

No Brasil, o crescimento também tem sido considerável, com o sertanejo se mantendo no topo das preferências. Para quem investe, mesmo com a necessidade de cautela, a música surge como uma opção para diversificar a carteira.

Indústria musical cresce globalmente

As gravações musicais registraram, ao final de 2024, o décimo ano seguido de crescimento global. Além disso, as receitas do setor alcançaram US$ 29,6 bilhões, com uma alta de 4,8%.

O streaming por assinatura, com plataformas como Spotify e YouTube, é apontado como o principal fator para essa expansão. O número de assinantes aumentou 10,6%, superando a marca de 700 milhões em todo o mundo.

Por outro lado, os modelos baseados em venda física perderam força. Apesar de ainda mostrarem desempenho relevante em 2023, o relatório mais recente indica uma queda de 3,1%. Uma exceção é o mercado de vinis, que teve alta pelo 18º ano consecutivo.

Brasil também se destaca e favorece investimentos

A música nacional segue em expansão, segundo o último relatório do Mercado Brasileiro de Música. O setor cresceu 21,7% em 2024, com receitas de US$ 3,4 bilhões.

O sertanejo continua liderando a preferência do público, sendo responsável por oito das dez músicas mais tocadas no país. O funk completa o ranking, com as outras duas faixas no top 10.

Atualmente, por exemplo, a dupla sertaneja Diego e Victor Hugo tem se destacado no Spotify, mantendo-se no top 50 por mais de 120 dias consecutivos com o hit “Tubarões”. Além disso, a música aparece com frequência entre a primeira e a segunda posição, alcançando mais de sete milhões de reproduções em uma única semana.

Esse cenário favorece os investimentos em royalties musicais, uma forma de lucrar com os direitos autorais de composições. Os principais tipos são:

  • Direitos de performance: gerados quando uma música é executada publicamente, como em rádios, shows, plataformas de streaming ou estabelecimentos comerciais.
  • Direitos mecânicos: referem-se à reprodução de músicas em mídias físicas ou digitais, incluindo downloads e determinados formatos de streaming.
  • Royalties de sincronização: pagos quando uma música é licenciada para trilhas de filmes, séries, anúncios ou videogames.
  • Direitos de execução digital: ligados ao uso de músicas em plataformas online, como YouTube, Spotify e outras.

Com o cenário positivo, 2024 marcou a primeira oferta pública de royalties musicais no Brasil. O fundo lançado pela Hurst Capital teve projeção de retorno de 7% ao ano em euro e contou com canções de artistas renomados, como Beyoncé e Justin Bieber.

Caminhos para investir em royalties musicais

O crescimento do consumo digital e o fortalecimento do mercado musical têm chamado a atenção de quem busca formas diferentes de investir.

Uma das possibilidades envolve parcerias com gravadoras ou empresários, apostando diretamente na carreira de artistas. Além disso, é possível investir por meio da compra de ações de empresas do setor ou em fundos específicos. No entanto, essas opções não são tão acessíveis para iniciantes.

Uma alternativa mais simples é aplicar diretamente em royalties musicais. Nesse modelo, o investidor recebe uma parte dos pagamentos gerados sempre que uma música é tocada, vendida ou transmitida por rádios, canais de TV, YouTube ou plataformas de streaming.

Atualmente, já existem plataformas digitais que facilitam esse tipo de investimento. Por meio delas, é possível adquirir tokens vinculados a obras musicais e receber um percentual dos lucros gerados por essas canções ao longo do tempo.

Com a tendência de crescimento nos últimos anos, a expectativa é de que o setor continue aquecido em 2025, consolidando-se como uma alternativa atraente para quem busca diversificar e rentabilizar seus investimentos.

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