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30 de agosto de 2021

Passaporte da vacina

Conforme vamos entrando em um estado mais controlado da pandemia por meio da disseminação da vacina, vão surgindo diferentes preocupações que teremos que enfrentar em um mundo onde convivemos com a Covid-19 no dia a dia.

Em muitos países, os casos da doença vêm diminuindo e quem é infectado não desenvolve um quadro grave. Segundo dados do Estado de São Paulo divulgados neste mês, por exemplo, a média móvel de internações e óbitos diminuiu em 70%, com menos de 5 mil pessoas nas UTIs, o que não era alcançado desde janeiro deste ano.

Porém, isso não quer dizer que o vírus foi extinto. Com o avanço da variante Delta e o fato de que a maior parte da população mundial ainda não se vacinou completamente, em certos locais do mundo vem sendo implementados documentos que comprovam a imunização completa, com o objetivo de controlar o acesso a locais fechados como restaurantes, museus ou academias. Foi anunciado esta semana que a cidade de São Paulo também adotará a medida.

“Acredito que seja um recurso necessário e muito responsável, do contrário será muito difícil alcançarmos o fim da pandemia,” explica Malek Imad, especialista em medicina de urgência e emergência, que foi coordenador de um dos hospitais de campanha do Estado de São Paulo.

Assim como na cidade de Nova York, na capital paulista será necessário o download de um aplicativo, que terá acesso ao banco de dados da vacinação, previsto para ser lançado nesta sexta feira. Segundo o prefeito, Ricardo Nunes, o estabelecimento que desrespeitar o comprovante, será multado pela Vigilância Sanitária.

A medida é vista como polêmica por muitos, que dizem ser contrários ao direito de ir e vir, mas Imad explica que o intuito da política pública não é proibir pessoas de se movimentarem, mas sim incentivar a imunização.

“A pessoa que transita por espaços fechados sem as duas doses da vacina não é só um risco para ela mesma, mas também para toda a comunidade a sua volta,” comenta o médico. “Ela pode contrair o vírus de forma assintomática e transmiti-lo para muito mais pessoas, já que o imunizante também diminui a carga viral emitida.”

Ele destaca ainda o quanto o momento é delicado, já que a maioria das vacinas não tem 100% de garantia contra casos graves e é provável que precisaremos de uma vacinação anual, já que estudos mostram que não existe efeito duradouro, e por isso precisamos de medidas que complementem a campanha de vacinação. “Caso contrário estaremos pulando de uma onda para outra, sem previsão de um fim”, explica.

Imad, que passou o último ano tratando de pacientes com a Covid-19, apoia a medida da prefeitura e espera que ela abra portas para que outras cidades e estados a implementem, considerando o ritmo de imunização no Brasil. Apenas 21,42% da população tem a vacinação completa, segundo dados das Secretarias Estaduais de Saúde, de 211 milhões de habitantes.

“Com o afrouxamento das restrições para locais como restaurantes e bares em muitos lugares, garantir que pelo menos quem esteja lá está imunizado é essencial para continuar freando o número de mortes,” complementa.

Para o especialista, isso é uma compensação que não seria obrigatória caso houvesse um comprometimento geral da população em se vacinar e aderir aos protocolos de segurança, mas devido à falta de políticas de incentivo à vacina durante o início da pandemia e o consequente movimento negacionista, é necessário que o estado se responsabilize por quem procurou se preservar durante este último ano.

“Devemos encarar a vacinação e o ‘passaporte’ como um semáforo. Somos obrigados a parar no sinal vermelho porque coloco a minha vida e a vida do outro em risco,” exemplifica Imad. “Posso não o fazer, mas se eu passar no sinal errado, pagarei com as consequências do meu ato.”

De qualquer maneira, ele acredita que será impossível ‘fugir’ da vacina, já que muitos lugares, como a União Europeia e países como Japão, Israel e Coréia do Sul já pedem o comprovante da vacinação completa para receber viajantes estrangeiros. Muitas empresas no Brasil também exigem o mesmo para aceitar empregados e a tendência é isso se expandir cada vez mais.

“Acredito que o ‘passaporte da vacina’ seja um reflexo de como essa doença se comporta e como nós nos agimos em relação a ela. Ela nos envolve como comunidade e em retorno devemos parar de olhar para o individual e entendermos que cada vacina conta para todos nós,” finaliza o especialista.

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